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Moções Proféticas

Moções proféticas

Direcionamentos de Deus para este momento


Deus mostrou aos corações das lideranças da RCCBRASIL os passos a serem dados para chegar a esta ocasião. A partir do tempo de portas abertas, é oportunidade de caminharmos, passo a passo, rumo à construção e à reconstrução.

Leia as moções proféticas, redigidas pela secretária-geral do Conselho Nacional, Maria Beatriz Vargas, no início de 2010, que fala dos desafios que tivemos e temos, e a maneira com a qual devemos encará-los.


MOÇÕES PROFÉTICAS PARA OS TEMPOS DE HOJE, TEMPOS DE CONSTRUÇÃO E RECONSTRUÇÃO

“A profecia serve para revelar ao povo escolhido seus deslizes, seus desajustes e clamar para que voltem à aliança com Deus. Através da profecia Deus transmite também o rumo que está querendo dar às coisas materiais nesse tempo”, dizia Reinaldo dos Reis durante sua pregação no Encontro Nacional de Formação de 2010.

O Senhor tem nos direcionado a buscar inspiração nos livros de Esdras e Neemias, pois eles  marcam uma mudança para o povo judeu, marcam uma virada na história e agora, nestes tempos, Deus está sinalizando que está começando na Renovação uma virada.

As palavras chave da profecia para nós hoje são: PORTAS ABERTAS, RECONSTRUÇÃO, REVOGAÇÃO DE SENTENÇAS, DISPOSIÇÃO DE ATACAR AS BRECHAS E RECONSTRUIR OS MUROS, VIVÊNCIA FRATERNA E PALAVRA DE DEUS COMO NORTE PARA GUIAR NOSSA VIDA.

Em janeiro de 2009, durante o Encontro Nacional de Formação, Márcio Zolin partilhava conosco que clamando a Deus pelas necessidades da RCC, recebemos a resposta à oração em  Isaías 45, 1-3 e Sofonias 3, 14-20, que nos falam de portas abertas, de libertação, de revogação de sentenças.  Também no mesmo ENF de 2009, na adoração ao Santíssimo, no último dia do Encontro, o Senhor nos dizia: “Eu quero me apresentar diante de vocês como a porta permanentemente aberta.” Recebemos a confirmação em Apocalipse 3,7-8, que nos fala de uma porta aberta pelo Santo e Verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, uma porta que ninguém pode fechar.

Nós nos apossamos da promessa, na Palavra, e sentenças começaram a ser revogadas. Muitas vezes são proferidas palavras más, palavras de derrota, de murmuração, que caem como uma sentença sobre nossas vidas e nossa missão e essas palavras não são repreendidas, ninguém as rebate, ficamos um silêncio. A Palavra de Deus é a voz que rompe o silêncio, é a voz que rebate o mal e o confronta. Apossando-nos da promessa, na Palavra, nós vimos portas se abrirem e nossos esforços começaram a dar frutos. A título de exemplificação podemos citar o crescimento da Missão Marajó onde já temos a nossa casa, dobramos o número de missionários, construímos caixas d’água, ganhamos dois barcos, adquirimos uma estação de rádio e estamos indo já para uma segunda base de missão, tudo isso em um ano. Passamos anos falando de nossa Sede Nacional e todas as promessas de terrenos e casas jamais se concretizavam. A partir do momento em que nos apossamos da promessa das portas abertas e da revogação das sentenças, isso também começou a mudar e temos agora o nosso terreno em Canas/SP, onde já foi lançada a pedra fundamental de nossa sede permanente. Existe ainda o testemunho das finanças do Escritório Nacional, que foram estabilizadas, apesar das inúmeras aquisições feitas, incluindo um transmissor para a rádio na ilha de Breves.  As pessoas que se apossaram da promessa também experimentaram mudanças nas suas vidas que a olhos humanos pareciam impossíveis de acontecer, todas elas de situações que se arrastavam durante anos e que a partir da profecia das portas abertas e da revogação de sentenças, mudaram rapidamente, quase milagrosamente. Porém, é importante lembrar que tanto no Escritório Nacional como no caso das pessoas que tiveram suas vidas transformadas, houve uma mudança de disposição, uma atitude de enfrentar os problemas com base na Palavra e na promessa, uma abertura para escutar o Senhor e fazer as mudanças necessárias, houve uma abertura à conversão e muito joelho dobrado diante de Deus. A partir da Palavra houve mudança de vida e compromisso com a oração. No Escritório Nacional, por exemplo, a cada desafio que se apresenta procura-se a resposta na oração, na adoração ao Santíssimo.

Esta é a moção. Estamos vivendo um Kairós, um tempo especial de graça, de portas se abrindo, de revogação de sentenças. Isso já é um fato. Já vemos isso pelos frutos, pelas  mudanças e testemunhos. No entanto, só vê isso na sua vida quem tem a coragem de olhar para as brechas da sua vida e mudar de atitude. Nesse tempo de graça que estamos vivendo, quem iniciar um programa de mudança de vida vai ter êxito, vai ter sua vida pessoal e sua missão reconstruídas, sentenças serão revogadas, pessoas serão libertas de vícios, de dívidas, de desajustes, de problemas familiares. A construção de nossa sede nacional, um projeto tão grande, que envolve tantos desafios, vai servir de sinal para nós de que por maiores que pareçam os desafios e dificuldades, se os enfrentarmos com fé, na força da Palavra, nós teremos bom êxito. No entanto, só terá a coragem de enfrentar os problemas quem guardar a promessa no coração e tiver fidelidade na oração.

Durante a reunião do Conselho Nacional fizemos uma noite inteira de vigília. Na primeira hora, estando toda a Renovação do Brasil representada, sem faltar nenhum estado, nenhum ministério, o Senhor falou em profecia: “Coragem, não tenham medo. Erguerei muralhas de fogo em torno de vocês para proteger o que precisa ser construído, e também reconstruirei as muralhas na vida de cada um, as que desabaram. Quero vigias que zelem com fidelidade os projetos que estão no meu coração.” A confirmação veio em II Reis 6, 8-17, onde Deus dá ao profeta Elias a capacidade de ver carros e cavaleiros de fogo ao redor da cidade para protegê-los, um exército celestial muito maior que o exército que o rei da Síria havia enviado para combatê-los. Essa é a moção para nós: só ao “homem de Deus” é dada a capacidade de ver.  Por isso, queremos ter como base de todas as nossas ações a volta às práticas espirituais: récita do terço, oração pessoal, jejum, leitura diária da palavra, prática da confissão freqüente, Eucaristia diária e jejum (Projeto Amigos de Deus).

Deus quer fazer sua obra de reconstrução em nós. O nosso SIM para Ele começar a agir será a nossa mudança de atitude, mudar de uma atitude de desânimo para uma de fé, de conversão, de confiança na Palavra. A obra é mais espiritual do que material. O material será conseqüência do espiritual. Durante o ENF deste ano, veio da assembléia uma confirmação disso em I Pedro, 4-5. 9-10. A construção da sede da Renovação é o pretexto do qual Deus quer se servir para reconstruir as nossas muralhas: a nossa identidade, a nossa vida espiritual, a nossa santidade.

A partir de agora somos todos “construtores”. Mãos à obra!
 

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